Caderno aberto com linhas e a palavra 'Reflexão' escrita na parte superior, uma caneta sobre o caderno, uma xícara de café preto e uma planta seca em vaso branco sobre uma mesa de madeira.

palavras com amor

Um espaço de fragmentos e afetos, entre encontros e desencontros, nos trilhos incertos que nos moldam.

A espiral da realidade
pensamentos Silvia Coutinho pensamentos Silvia Coutinho

A espiral da realidade

A vida é como uma espiral, que gira em torno de um ponto central, a nossa realidade.

Não é um círculo. O círculo repete-se, fecha-se sobre si mesmo e chega sempre ao mesmo sítio. A espiral não. A espiral volta, mas volta sem nunca ocupar o mesmo lugar duas vezes. Aproxima-se do centro, afasta-se, aproxima-se de novo, de um ângulo ligeiramente diferente. Poderá ser a imagem mais verdadeira para o que significa viver. A imagem de que voltamos sempre às mesmas perguntas, mas nunca exatamente da mesma forma.

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Quanto custa a felicidade?
pensamentos Silvia Coutinho pensamentos Silvia Coutinho

Quanto custa a felicidade?

Parece uma pergunta estupida, talvez seja mesmo uma pergunta sem sentido.

Tem pessoas que compram tudo o que lhes traz conforto e beleza, outras compram sensações e experiências.

Mas será que são mesmo felizes?

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O que é o amor?
pensamentos Silvia Coutinho pensamentos Silvia Coutinho

O que é o amor?

Há quem diga que o amor não se explica, que se sente.

Talvez por isso seja tão difícil encontrar uma definição. É algo que se sente, tão transcendente e completo que se torna difícil de descrever.

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“O que será feito desses afetos que não chegaram a sê-lo? Desses outros que não conseguimos agarrar em pensamentos e conter em palavra?”

- António Coimbra de Matos

Vivo solta numa mente que flui entre o sentir, o refletir e a curiosidade de aprender. Interrogo o que desconheço, procuro crescer e experimentar a vida na sua plenitude, com todas as suas inquietações, contradições e encantos.

Este é um espaço de descoberta, um lugar onde me deixo levar pelo pensamento, pela filosofia, pela psicologia e pela psicanálise, tentando compreender o que nos move e transforma.

Escrevo como quem observa o mundo com olhos de criança, aberta ao novo, atenta ao detalhe e disponível para me surpreender.